segunda-feira, 1 de agosto de 2011

A JUVENTUDE E A SUPERAÇÃO DA MISÉRIA[1]


Seguem algumas pontuações sobre Juventude e Superação da Miséria! 
Uma provocação ao debate.
Abraços, 
Felipe da Silva Freitas
Cel.(55-75) 8811-7861
E-mail:fsfreitas_13@yahoo.com.br


A JUVENTUDE E A SUPERAÇÃO DA MISÉRIA[1]

Por Felipe da Silva Freitas[2]

A pobreza extrema persiste como desafio a ser enfrentado no Brasil. Apesar dos avanços dos últimos anos – 28 milhões de brasileiros saídos da pobreza e 36 milhões ingressos na classe média – o país permanece com escandalosos números de pessoas vivendo com menos de setenta reais por mês (pobreza extrema) e com índices de desigualdade cruéis, revelados pelo descompasso entre os crescentes lucros de alguns (especialmente as elites financeiras) e as políticas tímidas referidas aos segmentos sociais mais pobres.
Conforme números do IBGE (Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística), largamente divulgados nos últimos meses por causa do lançamento do programa Brasil Sem Miséria apresentado pelo Governo Federal, 16 milhões de pessoas vivem em pobreza extrema no Brasil sendo que 59% estão concentrados na Região Nordeste - 9,6 milhões de pessoas; 51% com idade até 19 anos e 71% são negros (pretos e pardos). Em outras palavras, a miséria no Brasil é negra e nordestina, concentrando-se entre crianças e jovens!
No entanto, apesar da evidência com que se pode diagnosticar o recorte etário, racial e regional da pobreza no país o histórico das políticas públicas dirigidas para superação da miséria revela uma série de reticências, especialmente no que tange às políticas públicas de juventude. Persiste uma abordagem com forte tendência ao universalismo e a imprecisão no planejamento, que, no conteúdo, oscila entre a transferência de renda, a capacitação profissional e a intermediação de mão de obra para serviços mal remunerados, quase sempre sem articular estas dimensões na perspectiva da emancipação – individual e coletiva – e do fomento à construção de outro modelo de desenvolvimento, em diálogo com os desejos e as contribuições dos(as) jovens.
A superação da miséria no meio juvenil não prescindirá de eficientes políticas de qualificação profissional, inclusão produtiva, ampliação dos serviços públicos e programas de transferência de renda. No entanto, só será possível se falar em conquistas reais e sustentáveis neste campo na medida em que conseguirmos, além destas iniciativas, executar ações voltadas para democratização do estado, combate as estruturais desigualdade econômicas,  empoderamento político e social dos jovens na perspectiva da construção de outro modelo de sociedade e, sobretudo, ações do Estado junto aos mais pobres, em franca oposição aos preceitos do famigerado receituário neoliberal.
As experiências locais de incentivo a comunicação democrática e comunitária, o apóio a formação de grupos juvenis segundo interesses e afinidades de cada segmento, o estímulo à economia popular solidária, as ações de combate ao racismo institucional, o fortalecimento aos programas de reforma agrária e urbana, são alguns exemplos de ações que podem ter grande contribuição no combate à pobreza extrema no meio juvenil.
Mais do que agregar o jovem ao que está dado como única possibilidade de inclusão trata-se de superar a ditadura do pensamento único e dialogar, com o jovem, sobre qual o seu projeto para sua própria vida, para sua comunidade e para todo o país. Só em uma sociedade democrática é possível superar a miséria e promover desenvolvimento equitativo e solidário, mais do que justiça social, trata-se de outro mundo urgente, possível e necessário, sem dúvida, uma grande pauta para juventude brasileira.


[1] O presente texto é uma contribuição ao debate formulado pelos artigos: “A Miséria do Brasil e o Brasil Sem Miséria”, de autoria do Prof. Jocivaldo Anjos, e, “A Utopia da Miséria”, escrito pelo Prof. Sérgio São Bernardo.

[2] Felipe da Silva Freitas, 23, bacharel em direito e assessor da Coordenação de Políticas de Juventude da Secretária de Relações Institucionais do Governo do Estado da Bahia

DIA DO AMIGO ROTEIRO PRA ENCONTRO


O que significa amizade? Seria magia do amor? Criação divina?
Difícil encontrar respostas para este sentimento tão sublime, a única certeza que é ela nos faz ainda mais felizes a cada dia.
Os amigos compartilham momentos, dão força, estão sempre ao nosso lado, nos sonhos, nas conquistas, nas derrotas, nas horas difíceis, nos gestos, cores, sorrisos, canções, segredos, emoções, compreensão e diversão...
Nos tornamos íntimos neste caminhar, neste companheirismo, nesta vida!
As palavras sejam elas ditas olhando nos olhos ou digitadas devido aos quilômetros que nos separam elas acabam nos unindo na fé e no amor.
A amizade é um sentimento que nunca acaba, mesmo que a gente cresça, mesmo que outras pessoas apareçam no nosso caminho.
Amizade não se explica, ela simplesmente acontece!!
Pensando no quanto é importante cultivarmos os laços que nos unem é que o Projeto Nacional Tecendo Relações, criado em janeiro de 2011 na Ampliada Nacional de Imperatriz/MA, pretende levar o debate sobre afetividade, sexualidade, relacionamentos e gênero aos grupos de jovens da Pastoral da Juventude espalhados pelo Brasil.
Já que dia 20 de junho celebramos o Dia da Amizade, apresentamos este Roteiro para que seja utilizado no grupo para reflexão sobre o tema. Esperamos que usem na mística do cuidado e do afeto.

Nosso abraço no carinho e na ousadia,

Equipe Nacional Tecendo Relações

Você obedeceria?

Eram aproximadamente 22:00 horas quando um jovem
começou a se dirigir para casa.
Sentado no seu carro, ele começou a
pedir:
- 'Deus! Se ainda falas com as pessoas, fale comigo.
Eu
irei ouvi-lo.
Farei tudo para obedecê-lo'
Enquanto dirigia pela
rua principal da cidade, ele teve um pensamento muito estranho:
-
'Pare e compre um galão de leite'..
Ele balançou a cabeça e falou
alto:
- 'Deus? É o Senhor?'.
Ele não obteve resposta e continuou
dirigindo-se para casa.
Porém, novamente, surgiu o pensamento:
-
'Compre um galão de leite'.
'Muito bem, Deus! No caso de ser o
Senhor, eu comprarei o leite'.
Isso não parece ser um teste de
obediência muito difícil...
Ele poderia também usar o leite.
O
jovem parou, comprou o leite e reiniciou o caminho de casa.
Quando
ele passava pela sétima rua, novamente ele sentiu um pedido:
- 'Vire
naquela rua'.
Isso é loucura...
- pensou e, passou direto
pelo retorno.
Novamente ele sentiu que deveria ter virado na sétima
rua..
No retorno seguinte, ele virou e dirigiu-se pela sétima rua.

Meio brincalhão ele falou alto
- 'Muito bem, Deus. Eu farei'.

Ele passou por algumas quadras quando de repente sentiu que devia
parar.
Ele brecou e olhou em volta.
Era uma área mista de
comércio e residência.
Não era a melhor área, mas também não era a
pior da vizinhança.
Os estabelecimentos estavam fechados e a maioria
das casas estavam
escuras, como se as pessoas já tivessem ido
dormir, exceto uma do outro
lado que estava acesa.
Novamente,
ele sentiu algo:
- 'Vá e dê o leite para as pessoas que estão
naquela casa do outro lado da rua'.
O jovem olhou a casa.
Ele
começou a abrir a porta mas voltou a sentar-se. -' Senhor, isso é
loucura.
Como posso ir para uma casa estranha no meio da noite?'.

Mais uma vez, ele sentiu que deveria ir e dar o leite.
Finalmente,ele abriu a porta.....
- ' Muito Bem, Deus, se é o Senhor,
eu irei e entregarei o leite àquelas pessoas.
Se o Senhor quer que
eu pareça uma pessoa louca, muito bem.
Eu quero ser obediente.

Acho que isso vai contar para alguma coisa, contudo, se eles não
responderem
imediatamente, eu vou embora daqui'.
Ele atravessou
a rua e tocou a campainha..
Ele pôde ouvir um barulho vindo de
dentro, parecido com o choro de uma criança.
A voz de um homem soou
alto:
- 'Quem está aí? O que você quer?'
A porta abriu-se antes
que o jovem pudesse fugir.
Em pé, estava um homem vestido de jeans e
camiseta.
Ele tinha um olhar estranho e não parecia feliz em ver um
desconhecido em pé na sua soleira.
- 'O que é?'.
O jovem
entregou-lhe o galão de leite.
- 'Comprei isto para vocês'.
O
homem pegou o leite e correu para dentro falando alto.
Depois, uma
mulher passou pelo corredor carregando o leite e foi para a cozinha.

O homem a seguia segurando nos braços uma criança que chorava.

Lágrimas corriam pela face do homem e, ele começou a falar, meio
soluçando:
- 'Nós oramos..
Tínhamos muitas contas para pagar
este mês e o nosso dinheiro havia acabado.
Não tínhamos mais leite
para o nosso bebê.
Apenas orei e pedi a Deus que me mostrasse uma
maneira de conseguir leite.
Sua esposa gritou lá da cozinha:
-
'Pedi a Deus para mandar um anjo com um pouco de leite...
Você é um
anjo?'
O jovem pegou a sua carteira e tirou todo dinheiro que havia
nela e
colocou-o na mão do homem..
Ele voltou-se e foi para o
carro, enquanto as lágrimas corriam pela sua face..
Ele teve certeza
que Deus ainda responde aos verdadeiros pedidos.
Agora, um simples
teste para você:
- Se você acredita em Deus, mande esta mensagem
para todos os seus
amigos, inclusive para a mesma pessoa que te
mandou.
Quanto tempo você leva para parar um pouquinho e ouvir Deus?


Recebi de um amigo e estou repassando.. . é


uma história muito
linda ....

Essa semana Deus falou pra mim "Filho(a) tenha FÉ que
pra DEUS nada é impossível basta você
crer!"

O mapa da violência no Brasil - por Dom Redovino Rizzardo

 

O mapa da violência no Brasil - por Dom Redovino Rizzardo



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Como faz todos os anos, no dia 24 de fevereiro de 2011, o Ministério da Justiça divulgou o “Mapa da Violência no Brasil”.
Infelizmente, as notícias que se sucedem sobre ela são tão frequentes e estarrecedoras que não impressionam nem sobressaltam a ninguém. Enquanto escrevo esse artigo, pelos cálculos que me foram apresentados, são cinco as pessoas que estão sendo assassinadas num país que, até há pouco tempo, passava por pacífico, alegre e acolhedor.
O pior de tudo é que a imensa maioria de suas vítimas – e protagonistas – é jovem, pessoas frágeis e desorientadas, que não chegam a descobrir o sabor da vida. Os dados estão ali para serem conferidos: de acordo com o Ministério da Justiça, a causa principal da morte de pessoas entre os 15 e os 24 anos é o homicídio.
Entre os anos de 1998 e 2008 – o período analisado –, ele foi responsável pela morte de 39,7% dos jovens, ao passo que, na população adulta, os óbitos por assassinato não passaram de 1,8%.
O “Mapa” se debruça também sobre as mortes por acidentes de trânsito e por suicídio. De acordo com as estatísticas, no mesmo período, a taxa de mortes no trânsito entre os jovens foi de 32,4% e, entre os adultos, 26,5%. Na mesma década, a taxa de suicídios na juventude aumentou 22,6%, passando de 1.454 em 1998, para 1.783 em 2008. Nessa hecatombe de jovens que sucumbem todos os dias sob o olhar interrogativo e aterrador de seus familiares, estão incluídos brancos e negros, ricos e pobres. A violência não é mais privilégio das favelas do Rio de Janeiro ou do Recife. Ela se infiltrou até mesmo entre as classes mais favorecidas, não apenas de Brasília e São Paulo, mas até mesmo de cidades do interior que, até há pouco tempo, eram tidas como paraísos de paz e tranquilidade.
Contudo, a bem da verdade, deve-se reconhecer que, em todos os Estados do Brasil – excetuado o Paraná –, as maiores vítimas da violência são os afro-descendentes. Assim, se entre os brancos as mortes caíram de 18.852 para 14.650, entre os negros seu número aumentou de 26.915 para 32.349. No Mato Grosso do Sul, seu porcentual não é diferente: os assassinatos de brancos diminuíram 15,4%, e dos negros cresceram 7,8%.
Quanto aos suicídios, o “Mapa” revela que, no Mato Grosso do Sul, seu crescimento foi espantoso, sobretudo entre os indígenas. Os dados mostram que, nestes últimos anos, a taxa de suicídios na população desse Estado cresceu 39,3%. Em 1998, o índice de suicídios foi de 5,6 casos por 100.000 habitantes, enquanto em 2008 essa relação passou para 7,8.
O município de Dourados é o segundo do país em número de suicídios de indígenas. Ele só perde para Tabatinga, no Amazonas. Outras duas cidades da região estão no topo da lista: Paranhos e Amambai. Como se não bastasse, no ranking das 100 cidades com maior número de homicídios de jovens no Brasil, Dourados é a única do Mato Grosso do Sul que foi lembrada. Ela ocupa a 89ª posição, muito acima de Campo Grande, a segunda colocada, que ficou em 175º lugar. O “Mapa” revela que, em 2008, sobre 100 óbitos por suicídio verificados no Brasil, 54 aconteceram no Mato Grosso do Sul.
A situação chama ainda mais a atenção por destoar totalmente do quadro geral do país – o qual, se comparado com outras nações, inclusive muito desenvolvidas, como o Japão, a Suécia e a Suíça, pode ser considerado baixo. Se os indígenas são brasileiros, são sujeitos dos mesmos direitos e deveres dos demais concidadãos. Não poucas vezes, em nome de uma cultura a ser preservada – mas que, infelizmente, já foi deturpada pelos meios de comunicação social (quantos são os índios do Mato Grosso do Sul que não têm TV ou celular?) – eles continuam a ser tratados como seres inferiores.
Não podem ter qualificação para o trabalho, mas pouco ou nada se faz para combater a droga e a violência que crescem em todas as aldeias. E não é por falta de dinheiro que as coisas estão assim, se, só no campo da saúde – como revelou o Portal da Transparência –, até o dia 11 de abril deste ano o Governo Federal já havia repassado para um hospital da Reserva Indígena de Dourados a quantia de R$ 18.300.927,13...
A quem interessa manter um “status quo” que mais se assemelha a genocídio?!
Dom Redovino Rizzardo, cs Bispo de Dourados - MS

A Eucaristia e o Amor Primeiro - por dom Luciano Mendes‏

 
BAIXAR AQUI
 

Veja uma boa reflexão sobre o Corpo de Deus, de 1999 de Dom Luciano

Abraços e uma boa celebração

Viver Belém é confiar no projeto de Deus - texto 5‏

BAIXAR AQUI

Olá irmãs e irmãos na construção do Reino.
É mês de junho e Maicon e eu refletimos, na nossa caminhada acerca da mística de Belém, sobre o elemento da confiança.

Obrigado por podermos partilhar essas breves palavras com cada um e cada uma.

Que a paz inquieta de Deus seja nossa inspiração.

Abraços.

Luis Duarte e Maicon

ESPIRITUALIDADE, TEOLOGIA DA LIBERTAÇÃO & JUVENTUDE

Pejoteiras e pejoteiros, paz e bem. Como eu havia me proposto a escrever, está aí a minha primeira contribuição sobre Espiritualidade da Libertação e Teologia da Libertação no universo juvenil.
Aguardo as críticas construtivas de vocês.
Autorizo a divulgação do texto abaixo nos blogs e listas da PJ.
Abreijos.
Emerson Sbardelotti
 
ESPIRITUALIDADE, TEOLOGIA DA LIBERTAÇÃO & JUVENTUDE
 
No princípio:
 
         O objetivo principal deste texto e dos outros que virão é explicar, é esclarecer, para a juventude que participa das comunidades eclesiais de base o que é a Espiritualidade da Libertação (EdL) e a Teologia da Libertação (TdL), quem são seus principais teóricos e pensadores, e como elas e eles ajudam na caminhada e na construção da Civilização do Amor.
         A EdL e a TdL se originaram da e na experiência das primeiras comunidades cristãs na divulgação do Evangelho do Moreno de Nazaré, passando pela iniciativa da Ação Católica Geral e Especializada até se tornarem um movimento extraordinário na segunda metade do século XX na América Latina. Começam a germinar de fato nos desdobramentos do Concílio Ecumênico Vaticano II (1962 – 1965), com a abertura da Igreja Católica à modernidade, se afirmavam termos como: a Igreja dos Pobres, aggiornamento, sinais dos tempos. O grande nome do Concílio Vaticano II foi o arcebispo de Recife e Olinda: D. Hélder Pessoa Câmara, que alguns anos antes havia criado a CNBB e o CELAM; o arcebispo não fez nenhum discurso, seu trabalho era de articulação e organização nos bastidores, ou melhor, nas catacumbas. D. Hélder foi um dos mentores do Pacto das Catacumbas, uma declaração de extrema beleza, ternura e despojamento, assinado por bispos, que tinham como maior objetivo servirem humildemente, sem nenhuma pompa, honrarias ou benefícios o Povo Santo de Deus.
         Na América Latina, o ateísmo nunca foi o principal problema. O problema de ontem e de hoje é a pobreza institucionalizada (econômica e politicamente), que é uma afronta ao Deus Abbá de Jesus de Nazaré; a vivência religiosa irá exigir nos anos seguintes ao Concílio uma gradual e radical transformação da sociedade.
         Os novos ares soprados pelo Concílio chegaram na América Latina e deram frutos saborosos com a Conferência dos Bispos em Medellín (1968 – Colômbia). Estava jogada no chão adubado com sangue de Nossa América, as sementes da EdL e da TdL.
         Em 1971, o padre Gustavo Gutiérrez escreve a obra fundante: Teologia da Libertação – Perspectivas; dando início a uma série de novos e intensos escritos a partir e sobre a EdL e a TdL. Do lado protestante, os primeiros escritos nesta direção brotam do coração de Rubem Alves. Em 1972, o franciscano Leonardo Boff escreve Jesus Cristo Libertador, iniciando no Brasil todo o debate em torno da EdL e de sua TdL. Em 09 de abril de 1986, o Beato João Paulo II escreveria a CNBB uma carta com estas palavras: “Na medida em que se empenha por encontrar aquelas respostas justas – penetradas de compreensão para com a rica experiência da Igreja neste País, tão eficazes e construtivas quanto possível e ao mesmo tempo consonantes e coerentes com os ensinamentos do Evangelho, da Tradição viva e do perene Magistério da Igreja – estamos convencidos, nós e os Senhores, de que a Teologia da Libertação é não só oportuna mas útil e necessária. Ela deve constituir uma nova etapa – em estreita conexão com as anteriores – daquela reflexão teológica iniciada com a tradição apostólica e continuada com os grandes padres e doutores, com o magistério ordinário e extraordinário e, na época mais recente, com o rico patrimônio da Doutrina Social da Igreja, expressa em documentos que vão da Rerum novarum à Laborens exercens.”
 
Emerson Sbardelotti
Estudante de Teologia, Historiador, Turismólogo
Coordenador Teológico do Instituto João Maria Vianney  - Teologia para Leigos e Agente de Pastoral Leigo da Paróquia Nossa Senhora da Conceição Aparecida – Cobilândia, Vila Velha - ES